Governador Defende Segurança Rigorosa, Exalta Jair Bolsonaro e Fala em “Anistia Plena” Como Primeiro Ato em 2027


Em discurso contundente, líder estadual reforça discurso de tolerância zero ao crime, reconhece força política de Bolsonaro e sinaliza alinhamento com 

Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira

Em tom firme e direcionado ao público conservador, o governador afirmou comandar um Estado onde, segundo ele, “bandido não se cria”. Destacando um modelo de segurança classificado como rígido e estruturado, declarou que nas penitenciárias sob sua gestão não há visita íntima nem audiência sigilosa, além de monitoramento integral.

O chefe do Executivo estadual ressaltou ainda que sua polícia está equipada com tecnologia digital e atua com foco exclusivo na defesa da população. “Minha polícia é feita para defender a população do Estado — e assim será no Brasil, se nós chegarmos lá”, afirmou, sinalizando pretensões nacionais.

Reconhecimento à capacidade de mobilização

Durante o discurso, o governador fez menção direta ao ex-presidente Jair Bolsonaro, reconhecendo sua força política mesmo fora do cargo. Segundo ele, “ninguém na história do Brasil, sem mandato e preso, consegue mobilizar a população brasileira como Jair Bolsonaro consegue”.

Ele destacou ainda que Bolsonaro “conseguiu levantar o Brasil” com uma narrativa centrada em liberdade e democracia plena, reforçando a conexão com a base conservadora.

Apoio a novas lideranças e alinhamento estratégico

O deputado federal Nikolas Ferreira foi citado como uma jovem liderança que, segundo o governador, teve coragem de “levantar a bandeira do Acorda Brasil” e percorrer o país apresentando sua atuação parlamentar.

Já o senador Flávio Bolsonaro foi tratado como aliado direto. O governador afirmou que ambos compartilham o mesmo objetivo político e deixou claro que há convergência estratégica com lideranças de Minas Gerais.

Promessa de anistia como primeiro ato

Em uma das declarações mais enfáticas, o governador afirmou que, caso o grupo político chegue ao Palácio do Planalto, o primeiro ato será a concessão de “anistia plena, geral e irrestrita” em 1º de janeiro de 2027.

A fala reforça o alinhamento ideológico do grupo e antecipa um dos principais eixos de eventual campanha nacional.

Ao encerrar, resumiu: “Um abraço a todos. O recado está dado.”


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